quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Eric Clapton



O que falar do melhor guitarrista do mundo(ainda vivo)???Sonzão de primeira, o cara tem categoria, músicas maravilhosas, além de tocar pra "CARALHO". Gosto muito de várias músicas, em especial destaco Cocaine, Layla, Tears in heaven e Change the World.Vou deixar o Perfil do homem, um vídeo de Change the World e o link de um cd pra download!

Perfil Musical

Eric ganhou uma guitarra no seu aniversário de treze anos, aprendeu sozinho a tocar e aos 17 formou sua primeira banda, os Roosters. Só foi alcançar sucesso como integrante dos Yardbirds, mas, fiel à suas raízes blues, recusou-se a seguir a direção pop escolhida pelo grupo. Depois de um tempo em empregos temporários, entrou para a John Mayall & the Bluesbreakers, estabelecendo seu nome como músico de blues e inspirando o fanatismo de jovens que pichavam Londres com a inscrição "Clapton is God" ("Clapton é Deus").
Ele largou os Bluesbreakers em 1966 e então formou o Cream, um dos primeiros "power trios" do rock, com Jack Bruce e Ginger Baker. Foi nessa época que Eric começou a desenvolver-se como cantor, embora Bruce, um dos melhores vocalistas do rock, fizesse a maioria dos vocais.
No final de 1966 o status de Clapton como melhor guitarrista da Grã-Bretanha foi abalado com a chegada de Jimi Hendrix. Hendrix compareceu a uma das primeiras apresentações do Cream, no London Polytechnic em 1 de outubro de 1966, e tocou uma jam com a banda durante "Killing Floor". Eric imediatamente percebeu que havia ganho um novo e quase imbatível adversário, cujo carisma era igualado somente por sua incrível técnica na guitarra. Os primeiros shows de Hendrix no Reino Unido foram assistidos pela maioria dos astros da música britânica, incluindo Clapton, Pete Townshend e os Beatles. A chegada do americano teria um impacto profundo e imediato na próxima etapa da carreira de Clapton.
Em 03 de novembro de 2004 é condecorado com o título de Comandante da Ordem do Império Britânico (CBE).
Usando a banda de apoio de Bramletts e um elenco estelar de músicos de estúdio, Clapton lançou seu primeiro disco solo em 1970, que trazia uma de suas melhores composições: “Let It Rain”.
Se apropriando da seção rítmica do Delaney & Bonnie – Bobby Whitlock (teclado, vocais), Carl Radle (baixo) e Jim Gordon (bateria) – ele formou uma nova banda com a intenção de contrastar com o culto de “estrelismo” que crescera a sua volta e mostrar Clapton como um integrante no mesmo patamar dos demais. Isto tornou-se ainda mais evidente com a escolha do nome – Derek and the Dominos – que veio de uma piada nos bastidores do primeiro show da banda.
Trabalhando no Criterion Studios em Miami com o produtor Tom Dowd, a banda gravou um brilhante álbum duplo, hoje em dia considerado como a obra-prima de Clapton: Layla and Other Assorted Love Songs. A maioria do material, incluindo a faixa título, foram inspirados pelo conto árabe Majnun e Layla e mostravam o grande amor não declarado de Clapton por Patti Harrison. “Layla” foi gravada em duas sessões distintas; a seção de abertura na guitarra foi gravada primeiro, e para a segunda seção, o baterista Jim Gordon compôs e tocou o elegante trecho ao piano.
Mas a tragédia marcou o grupo durante sua breve carreira. Durante as sessões, Clapton ficou devastado com a notícia da morte de Jimi Hendrix; a banda gravou uma versão tocante de “Little Wing” como um tributo a ele, adicionando-a ao álbum. Um ano depois, Duane Allman morreu em um acidente de motocicleta. Contribuindo mais para o sofrimento de Clapton, o álbum Layla receberia somente algumas poucas críticas neutras quando de seu lançamento.
Clapton lançou 461 Ocean Boulevard em 1974, álbum mais enfatizado nas canções ao invés de sua técnica na guitarra. Sua versão de “I Shot The Sheriff” foi um grande sucesso, sendo importante ao apresentar o reggae e a música de Bob Marley para um público mais extenso. Ele também promoveu o trabalho do cantor-compositor-guitarrista J.J.Cale.
Eric continuou a gravar e a fazer turnês regulares, mas a maioria de seu trabalho desta época foi deliberadamente mais calmo, fracassando em obter a mesma repercussão do início de sua carreira.





Eric Clapton - ACÚSTICO

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Blur


Uma grande banda com certeza, teve seu auge com a música Song 2, considero os primeiros cd's os melhores, só naum sou muito chegado no Modern Life is Rubbish, vou colocar o Perfil Musical da banda, em seguida um clipe mt loco em que os integrantes da banda são filmados dormindo No Distance Left to Run e um link pro Cd The Best Of. Divirtam-se.

Perfil Musical

Blur é uma banda de rock britânica, formada por Damon Albarn (vocalista), Alex James (baixista), Dave Rowntree (baterista) e, até 2002, Graham Coxon (guitarrista).
A banda foi montada em 1989 sob o nome "Seymour", que ao assinar com a gravadora, em 1990, foi induzida a mudar seu nome. O primeiro álbum, Leisure (1991), teve modesta repercussão entre o público, apesar do hit There's No Other Way. Já Modern Life Is Rubbish (1993) foi um fracasso de vendas, apesar das ótimas críticas e de ser considerado o marco inicial do Britpop, o que fica claro em singles como For Tomorrow, Chemical World e Popscene.
O álbum Parklife, lançado em 1994, foi a grande explosão da banda, especialmente no seu país de origem, a Inglaterra (onde superou a marca de 1 milhão de cópias), e contando com hits como Girls & Boys, End of a Century e Parklife. O álbum ajudou a disseminar a súbita popularidade do Britpop, que atingiu seu ápice com o lançamento do próximo álbum do Blur, The Great Escape, cujas músicas mais destacadas são It Could Be You, Country House e The Universal. Em 1995, a banda se envolveu em uma disputa com a banda Oasis para decidir qual era a maior banda britânica, e apesar de ganhar a batalha (o single do Blur, Country House, superou em vendagens o single do Oasis Roll With It), perdeu a guerra, pois o Oasis se tornou muito maior e mais famoso naquele período.
O álbum homônimo da banda, lançado em 1997, representou uma grande mudança no estilo dos álbuns anteriores, com um som mais difícil e experimental, flertando com o indie-rock. Inicialmente, o público e a crítica ficaram divididos quanto ao resultado, mas o sucesso de Beetlebum, On Your Own e, principalmente, de Song 2 (que chegou a ser trilha sonora de um videogame de futebol, FIFA Soccer 98) garantiram boas vendas ao álbum.
Em 1999, o Blur lançou o álbum 13, completamente influenciado pelo fim do relacionamento de Damon com Justine Frischmann da banda Elastica. Destaque para as faixas Tender e Coffee & TV, sendo que esta rendeu um premiado videoclipe estrelado por uma caixinha de leite. A esta altura, os outros membros da banda iniciaram ou já haviam iniciado diversos projetos paralelos: Graham lançou seu segundo álbum solo em 2000; Alex era parte do grupo Fat Les junto com Keith Allen e Damien Hirst; e finalmente, o próprio Damon criou junto com outros artistas a banda de desenho animado Gorillaz, além de viajar para Mali e lançar um CD com músicas regionais africanas. Durante esse intervalo, foi liberada a coletânea The Best Of Blur, que contava com os 17 temas mais famosos e uma inédita, Music is my Radar.
Em 2002, na gravação do sétimo álbum, houve discussões entre Graham Coxon e o resto da banda. É sabido que Graham não compareceu em diversas sessões de gravação ou foi expulso delas. Ele estava aparentemente infeliz com a escolha do DJ Fatboy Slim para a produção do novo disco. Depois de meses de rumores e incertezas, Graham confirmou que o empresário do Blur lhe telefonou e pediu para que saísse da banda por razões ligadas às suas atitudes problemáticas em um momento de grandes problemas com o vício do álcool. Mesmo sem o guitarrista, o sétimo álbum, Think Tank, foi lançado, sendo que ele participa apenas na última faixa (Battery In Your Leg). Out of Time e Crazy Beat fizeram relativo sucesso.
O Blur compôs uma música que seria utilizada para a sonda Beagle 2, que iria estudar o planeta Marte. A música era o sinal que o robô iria enviar para confirmar o sucesso do pouso. Infelizmente, por causas ainda sendo investigadas, o sinal não foi ouvido e a sonda fracassou em sua missão.



Blur - The Best Of.rar

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Radiohead


Banda Britânica dos anos 90 que junto com o Oasis ajudaram a alavancar a música Brit, com um rock melódico, as vezes meio pesado, tem seu lugar na história da música inglesa e mundial, vale a pena conferir, em especial as músicas Creep, Karma Police, Fake Plastic Tree, No Surprises (que aliás o clipe é mt legal). Logo a seguir coloco o Perfil, o CD e o Vídeo de Fake Plastic Tree!

Perfil Músical

Nasceu no fim dos anos 80, em Oxford, Inglaterra, originalmente sob o nome On A Friday (referência ao único dia da semana em que os membros conseguiam se reunir para ensaiar, Sexta-feira).
O nome Radiohead veio de uma música dos Talking Heads, uma das influências da banda, chamada "Radio Head". Outros artistas que influenciaram o Radiohead são Joy Division, Beatles, Elvis Costello, Aphex Twin, REM e Pink Floyd.
Em 1991, lançam o EP "Creep", que estoura no Reino Unido e alavanca o sucesso do primeiro disco, "Pablo Honey" (1993). "PabloHoney" transita por um limbo pois a producao dos competentes e norte-americanos Paul Kolderie e Sean Slade traz algumas referências do rock alternativo norte-americano dos anos 90 (ou seja ,do grunge) e isso faz o álbum por vezes perder um pouco de sua identidade.
Em 1995, é lançado o segundo álbum, "The Bends", e com ele as atenções do mundo inteiro para o Radiohead. A banda conseguiu finalmente um padrao sonoro capaz de suportar a melancolia e as estranhas letras de Thom Yorke.
Dois anos depois, surge "OK Computer". O terceiro trabalho da banda vendeu mais de 4 milhões de cópias e é considerado um dos melhores de todos os tempos, dividindo as honras com outros álbuns dos Beatles, e colocando o Radiohead definitivamente como uma das melhores bandas do mundo. Uma curiosidade acerca deste album é que antes de ser lançado comercialmente foi tocado na íntegra e em exclusivo, em 5 concertos miticos em Portugal. Após a extensa exposição perante a mídia, a banda lança em 2000 Kid A e logo em seguida, em 2001, Amnesiac, dois discos que mostram um outro lado da banda, abandonando as guitarras, que marcaram o primeiro e segundo discos da banda e intensificando os experimentos com texturas eletrônicas e rítmicas consagradas em OK Computer. Depois de lançarem, também em 2001, o disco ao vivo I Might Be Wrong, abrangendo músicas dessa nova fase mas com as guitarras de volta, o Radiohead lança em 2003 o excelente Hail To The Thief, disco que faz uma espécie de releitura da sonoridade dos seus albuns anteriores e é recebido com certa indiferença pela mídia, criando expectativa para seu trabalho seguinte.



The Bends

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Jamiroquai

Swing. Com certeza é a palavra que define bem Jamiroquai. Com um som mt envolvente e um swing tipicamente brasileiro, é uma banda excelente e que dá prazer de ouvir. As músicas que mais gosto são Virtual Insanity, Space Cowboy, Cosmic Girl e outras (são mts).Vale a pena curtir. Em seguida vai o perfil da banda, um download do melhor cd deles e um vídeo da música Virual Insanity.

Perfil Musical

Jamiroquai é uma banda britânica liderada pelo cantor Jason Kay. A banda é popular no mundo todo e é o membro mais conhecido do acid jazz, movimento londrino do início dos anos 90, junto a outros grupos como Incognito, Brand New Heavies, Galliano, e Corduroy. O nome Jamiroquai é derivado do nome da tribo Iroquoi de nativos norte-americanos, com os quais Jay Kay diz se identificar filosoficamente, combinado à expressão 'Jam', como em Jam Session, do idioma inglês. Jason Kay (Jay Kay), o líder do grupo, nasceu em Manchester, Inglaterra. Talvez influenciado pela mãe, uma cantora britânica que actuava em bares e que chegou a ter o seu próprio programa de televisão nos anos 70, Jay Kay desde cedo mostrou grande aptidão e uma enorme paixão pela música. Em 1989 conseguiu comprar uma bateria e gravar umas maquetas com a ajuda de um amigo. Mais tarde assinou contrato com a gravadora britânica Acid Jazz. Em 1991 após ter sido recusado numa audição para se tornar o cantor da banda Brand New Heavies, Jay Kay se juntou aos músicos N. Van Gelder, Toby Smith, Stuart Zender e Wallis Buchanan, formando assim a banda Jamiroquai.




Travelling Without Moving (1996)

sábado, 18 de agosto de 2007

The Doors


Psicodelia, loucura, transcedental, essas palavras se encaixam bem no perfil desta banda que marcou história em sua época e com certeza continua sendo uma banda muito popular. Vai em seguida a Biografia da banda e um Álbum ao vivo pra baixar!


Biografia


O The Doors foi uma banda de rock estaduniense dos fins da década de 1960 e princípio da década de 1970. O grupo era composto por Jim Morrison (voz), Ray Manzarek (teclados), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria). A banda ainda recebeu influências de diferentes estilos musicais, como o Blues, Jazz, Flamenco e a própria Bossa Nova.
Após a dissolução da banda no início da década 70, e especialmente após a morte de Morrison em 1971, o interesse nas músicas dos Doors tem-se mantido elevado, ultrapassando mesmo por vezes o que o grupo teve enquanto esteve activo. Em todo o mundo, os seus discos já venderam mais de 50 milhões de cópias.

O grupo formou-se em 1965 em Los Angeles após um encontro de estudantes de cinema da UCLA. Nesse encontro, Morrison cantou alguns poemas para Manzarek entre os quais “Moonlight drive”. Manzarek já tocava numa banda chamada Rick and The Ravens, enquanto Krieger e Densmore tocavam nos The Psychedelic Rangers, mas conheciam Manzarek por frequentarem juntos aulas de meditação...
A banda foi buscar o nome ao livro
The doors of perception de Aldous Huxley, que por sua vez o tinha ido buscar a um poema de William Blake, artista e poeta do século XVIII que dizia: “If the doors of perception were cleansed, everything would appear to man as it is, infinite” (se as portas da percepção fossem abertas, tudo apareceria ao homem como realmente é, infinito).
Para os fãs dos Doors, a sua música continha letras de cariz social e político, escritas na sua maioria por Jim Morrison. A batida “jazzística” de Densmore, o bailado das teclas de Manzarek, que com a mão esquerda tocava as partes que deveriam ser tocadas pelo
baixo, e a guitarra de Krieger, que mostrava grandes influências do flamenco, da música indiana, do blues e da guitarra clássica, combinadas formavam um som original.
Muitas das músicas dos Doors eram feitas em comunidade; Morrison normalmente fazia as letras e parte da
melodia, enquanto os outros trabalhavam no ritmo e composição da música. Morrison uma vez passeava numa praia da Califórnia com Manzarek, quando passaram por uma rapariga afro-americana; tendo escrito, baseado nisso, em apenas uma noite, a letra de “Hello I love you”, referindo-se à rapariga como “dusky jewel” (jóia negra)
Os Doors rapidamente ganharam reputação devido à sua rebeldia, principalmente nos concertos. Quando se apresentaram no famoso
Ed Sullivan Show, que já tinha mostrado grandes bandas como os Beatles, Rolling Stones e The Who para o público, censores exigiram que o grupo alterasse a letra de “Light my fire”, mudando o verso “Girl we could’t get much higher” para “Girl we couldn’t get much better”. No entanto, Morrison cantou a letra original, que devido a ser uma actuação ao vivo, deixou a companhia impotente para fazer alguma coisa. Noutro incidente, em 1969, num concerto em Miami, terá mostrado os órgãos genitais; foi por isso levado a tribunal, não se tendo no entanto chegado a nenhuma conclusão. Morrison terá dito que tinha perdido muito tempo com este julgamento, mas que tinha sido uma experiência valiosa, porque ele tinha, antes desse episódio, uma visão muito irrealística da justiça americana,e que o julgamento lhe teria aberto os olhos.
Enquanto Morrison como figura principal recebia a maior parte da atenção que era dada ao grupo, inclusive nas capas dos ábuns era Morrison que mais aparecia, aos outros membros tornava-se difícil de obterem reconhecimento. Antes de um concerto, em que o apresentador terá anunciado o grupo como “Jim Morrison and The Doors”, Morrison, num acesso de raiva recusou-se a entrar em palco enquanto o grupo não fosse anunciado apenas como “The Doors”.
Em
1971, Morrison morreu em circunstâncias misteriosas, quando vivia em Paris, o que levou alguns fãs a pensarem que ele teria simulado a sua morte para escapar à popularidade. Os restantes Doors continuaram, com Manzarek e Krieger a substituírem Morrison como vocalistas e editaram mais dois álbuns, Other voices em 1971 e Full circle em 1972. Chegaram a realizar novas apresentações ao vivo e duas músicas obtiveram destaque: "In The Eye Of The Sun" e "Tightrope Ride", ambas do álbum Other Voices.
Não sendo um falhanço commercial, “Other voices” também não teve um enorme sucesso. Após a edição de “Full circle”, a banda separou-se por não se sentirem bem sem Morrison.
Em
1991, Oliver Stone, realizou o filme The Doors, com Val Kilmer no papel de Jim Morrison. Enquanto muita gente ficou espantada com a encarnação de Kilmer, o filme continha muitas imprecisões e os membros do grupo ficaram descontentes com o retrato de Morrison feito por Oliver Stone, que por vezes o fez passar por um psicótico descontrolado, sem dar o merecido destaque a sua arte poética.
Nos fins de
2002, Manzarek e Krieger fazem renascer os Doors, com Ian Astbury dos Cult no lugar de Morrison e com o baterista Ty Dennis e o baixista Ângelo Barbera, ambos pertencentes à Robby Krieger Band, chamando a si próprios os Doors do século XXI. No entanto, um processo por parte do ex-baterista John Densmore resultou na mudança do nome para "Riders on the Storm", alusão a uma de suas músicas mais conhecidas.
A enorme popularidade dos Doors é demonstrada pela quantidade de álbuns que hoje continuam a vender.


terça-feira, 31 de julho de 2007

Lighthouse Family


Lighthouse Family (A Família do Farol) é uma banda da soul music formada pelos ex-barmans Paul Tucker e Tunde Baiyewu. Em 1995 a dupla gravou o disco Ocean Drive. Dois anos depois, a dupla gravou o segundo sucesso, Postcards From Heaven. Em 2002 Whatever Gets You Through the Day foi lançado, novamente com pura música soul. Em 2004, Relaxed & Remixed foi lançado, porém, sem tanto sucesso. Em 2001, o último álbum de verdade foi lançado, com duas canções inéditas: Greatest Hits. Este último teve a versão em DVD, contendo videoclipes e muito som.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Titãs


Mudando um pouco de rumo agora, essa banda não poderia faltar nessa relação das que gosto. Pra mim é uma das melhores bandas brasileiras de todos os tempos, de pura qualidade e que não é, e nem pode ser esquecida. Uma tragetória maravilhosa, com grandes álbuns, grandes sucessos. Talento de sobra nessa grande banda, leiam a biografia que vcs irão enteder do que falo e, por fim, tem uma coletânea para vcs se deleitarem com um som de qualidade!

Biografia

Banda de rock formada em São Paulo no início dos anos 80 com o nome Titãs do Iê-Iê-Iê, consolidou-se como uma das mais importantes e criativas do rock brasileiro. O primeiro disco saiu em 1984, e teve um grande sucesso: "Sonífera Ilha". O segundo seguiu a mesma linha pop, emplacando "Insensível". Nos discos seguintes criaram um estilo próprio mesclando elementos de rock'n'roll, punk, hard rock, pop, jovem guarda. "Cabeça Dinossauro", de 1986, considerado um disco básico do BRock, com "AA UU", "Igreja", "Polícia", "Cabeça Dinossauro" e "Bichos Escrotos". Em seguida, "Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas" corroborou a permanência da banda no cenário roqueiro brasileiro, emplacando diversos hits: "Comida", "Diversão", "Desordem", "Lugar Nenhum". O quinto disco da banda, "Go Back", foi gravado ao vivo no festival de Montreux, na Suíça, e deu início à carreira internacional. Em "Õ Blésq Blom", ao mesmo tempo em que se pode detectar um começo de experimentalismo, como "O Pulso" e "O Camelo e o Dromedário", há a continuação da trajetória rock, um pouco menos pesada, com "Miséria" e "Flores". "Tudo ao Mesmo Tempo Agora", de 1991, é o último disco que conta com Arnaldo Antunes, que saiu em carreira solo. O disco seguinte, "Titanomaquia", revela uma influência grunge na banda, emplacando poucos sucessos. "Domingo" (1995) é a adesão do Titãs ao pop dos anos 90, o que só se confirma com o super sucesso de vendas que aconteceu com o CD "Acústico MTV", com versões não amplificadas dos grandes sucessos "Go Back", "Comida", "Família", "O Pulso", "Marvin" e outros. A banda fez mais de 300 shows pelo Brasil acompanhados de orquestra para divulgar o acustústico. O sucesso foi tão grande que os Titãs decidiram repetir a dose no álbum seguinte. "Volume 2", lançado em outubro de 1998, trazia mais músicas antigas com arranjos acústicos. Em 2001, as vésperas da gravação do álbum “A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana”, o Titãs perdeu o guitarrista Marcelo Fromer, atropelado por uma moto, em São Paulo. Apesar da tragédia, o grupo resolveu continuar com as gravações do disco. O trabalho, o primeiro pela nova gravadora, a Abril Music, teve boa aceitação e emplacou o sucesso “Epitáfio”. Durante a turnê de “A melhor Banda”, em 2002, um outro desfalque. Nando Reis resolveu deixar o grupo para se dedicar exclusivamente à sua carreira solo. Em 2003, os Titãs lançam seu 14º CD, "Como estão vocês?", um retorno ao rock n’roll que contou com a produção de Liminha. No álbum, os cinco remanescentes – Paulo Miklos, Toni Belotto, Branco Mello, Sérgio Britto e Charles Gavin – resgatam a questão da crítica social, deixada de lado por uns tempos pela banda, sem esquecer da homenagem póstuma a Frommer, que encerra o disco. A banda lançou em 2005 o “MTV Ao Vivo”. Gravado em Florianópolis, na Fortaleza São José da Ponta Grossa, o disco trás versões ao vivo de antigos sucessos da banda e as inéditas “Vossa Excelência” e “O inferno são os outros”. Em março de 2006, o grupo abriu o show dos Rolling Stones no Rio de Janeiro, tocando para 1,5 milhão de pessoas na praia de Copacabana.

TITÃS - 1984 à 1994 - UM
TITÃS - 1984 à 1994 - DOIS